Aproveite e faça a sua cotação;
Lopes 2017
VENDEDOR: MARCIO Bueno Schwertz
FONE: (55) 981150583
PRODUTO
CAPIM SUDÃO IPA SUDAN 4202
CAPIM SUDAO BRS ESTRIBO
MILHETO BRS 1501
BRAQUIÁRIA B. MARANDU Revestida
BRAQUIÁRIA MG-5 Revestida
BRAQUIÁRIA B. BRS PIATÃ Revestida
BRAQUIÁRIA DECUMBENS Revestida
BRAQUIÁRIA HUMIDICOLA Revestida
BRAQUIÁRIA CV LLANERO Revestida
CAPIM ARUANA Revestida
MOMBAÇA Revestida
TANZANIA Revestida
Milhos e Sorgos
PRODUTO
22S18
22S18 TOP3
20A30 VIP3
20M90
22D11
BALU 761
BALU 761
BALU 184
BALU 188
MILHO AL BANDEIRANTES
MILHO AL BANDEIRANTES (10 pacotes de 2KG)
Sorgo Cultivar Sanchales nr
Tambo
Tambo BMR
Produtos para consumo Animal
Produto
Aveia Branca
Aveia Branca
Machacada Aveia Branca
Painço amarelo
Girassol Rajado
Milho Grao
Milho Moido
Forrageira Moida
Produzimos e comercializamos toda a linha de sementes forrageiras para a safra de inverno e verão, fiscalizadas de acordo com o ministério da agricultura; Entregas semanais para o estado do Rio Grande do Sul. Santa Catarina e Paraná; Disponibilizamos também produtos para consumo animal: Girassol, painço aveia branca. Cotações ou maiores informações chame no Whatsapp 55 981150583
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
quinta-feira, 13 de abril de 2017
Aveia preta Ucraniana
Apontada por muitos como uma excelente alternativa para o inverno devido sua grande grande capacidade de produção de matéria verde e resistência a o frio, porem não existe ainda sementes fiscalizadas.
Seu nome varia de acordo com a região, em alguns lugares aveia preta Crioula, moura ou então Ucraniana.
Apontada por muitos como aveia milagrosa, ninguém consegue comprovar sua origem, sendo que a maioria dos produtos que rodam hoje no mercado tem origem em algum material da IAPAR como por exemplo a IAPAR 61 e a IPR126.
Alguns anos atrás foi importado alguns volumes de aveia da Ucrânia a qual naquele momento tinha o resultado muito melhor do que as que já existiam aqui no Brasil, acredito que seja desta época que tenha sido criada a tal fama da aveia e que ainda alimenta grandes expectativas de produção o que faz com que muitos agricultores comprem produto comum sem certificação ou garantia de origem e nem de qualidade o que pode futuramente gerar um grande problema para a sua lavoura pois produtos que não tem inspeções muitas vezes arrastam para nossas propriedades pragas e doenças.
Na duvida devido a falta de origem da aveia Uraniana podemos indicar para os produtore que querem uma aveia de melhor qualidade a aveia IPR 126 a qual segue as caracteristicas abaixo
Cultivar desenvolvida pelo Instituto de Pesquisas do Paraná (IAPAR) possui ciclo tardio, além de alimentar o gado proporcionando uma excelente qualidade de forragem por mais tempo, também pode ser utilizada como rotação de culturas e cobertura de solo devido ao seu volume de massa e suas raízes profundas.
Nome Científico: Avena sativaFamília: PoaceaeCiclo: AnualÉpoca: Março a JunhoFertilidade do Solo: MédioProfundidade: Até 2 cmMassa seca: 8 t/haProteína: 12 %Utilização: Pastoreio, feno e silagemAnimais: Bovinos, Equinos e OvinosResistênciaSeca: BaixaGeada: Alta
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Produtos disponiveis
Oferta especial nas sementes de Aveia preta Embrapa 139 e
Embrapa 29 e na sementes de Azevem BRS Ponteio;
Faça sua cotação destes produtos e aproveite os
valores promocionais somente essa semana;
Produtos Disponíveis:
Aveia preta EMBRAPA 29
Aveia preta EMBRAPA 139
Azevem BRS PONTEIO
Ervilhaca
Aveia branca URS TAURA
Sementes de trigo
Cultivares:
Bio Sinuelo
Tbio Iguaçu
Tbio Itaipu
Fps Nitron
--
Lopes Distribuidora
|
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MARCIO BUENO
SCHWERTZ
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AV. Salgado filho, 1150
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Santo Ângelo - RS
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FONE: 55-8115-0583 tim
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Fone: 55 9698 -0583 vivo
|
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quinta-feira, 23 de maio de 2013
Sementes de milho e suas tecnologias
Como passar do tempo as empresas
produtoras de sementes de milho avançaram a cada ano em busca de novos
materiais objetivando um maior rendimento das cultivares, hoje o foco da
pesquisa já não se concentra somente em aumentar o teto produtivo dos híbridos,
mas sim que possamos ter o máximo de aproveitamento da capacidade produtiva
destes materiais.
O lançamento das tecnologias BT
deu uma grande contribuição neste sentido, pois conseguiram diminuir os níveis
de infestações das lavouras pelas lagartas, sendo que esta tecnologia e uma
proteína que atua do sistema digestivo da lagarta impedindo que ela se
desenvolva e assim efetuando o seu controle.
Tecnologia Yieldgard
Com surgimento dos materias como
a tecnologia yieldgard que foi a primeira tecnologias
BT utilizada na cultura do milho,
com o intuito de baixar o nível de infestações das lavouras por lepidópteros,
fornecendo controle a broca do colmo e supressão da lagarta do cartucho e da
lagarta da espiga, em anos de estiagem, devemos nos manter atentos no que se
refere a supressão de lagartas, para que a proteína que atua no controle da
mesma tenha total desempenho a planta precisa estar em alto desenvolvimento
metabólico, em épocas de estiagem a planta diminui sua atividade metabólica o
que diminui a quantidade de proteína supressora, sendo que nestas épocas são de
maiores níveis de infestação por que e o ambiente propicio para o
desenvolvimento das lagartas devemos entrar com algum inseticida quando as
plantas apresentarem grande quantidade de folhas raspadas sempre se
certificando que estas raspagens das folhas não tenham sido feitas por outros
insetos como por exemplo as “vaquinhas” que também efetuam uma raspagens
semelhante.
Nesse sistema e muito importante
para que a tecnologia realmente funcione respeitarmos a quantidade de10%
de área de refugio com uma cultivar convencional. A partir do uso desta
tecnologia obteve uma maior produtividade das lavouras sendo que as plantas
tiveram menos ataques por pragas, e menos impacto ambiental causado por produtos
químicos.
Tecnologia Raundup Ready 2**
A característica expressada por
esta tecnologia e sua capacidade de tolerância ao herbicida glifosato, o que
facilita para o produtor rural o manejo da lavoura e um melhor controle de
plantas invasoras.
E sempre bom lembrarmos que
devemos associar o uso de Atrazina (pura) quando tivermos trabalhando com esta
tecnologia, pois o glifosato vai agir nas plantas nascidas e como no Rio Grande
do Sul já existe casos de algumas plantas como, por exemplo, a Buva e o Azevem
terem resistência a esta molécula com o uso de atrazina podemos garantir
eficácia de 100% na hora da dessecação pós plantio.
Tecnologia Yieldgard VT PRO
Esta tecnologia e conhecida como
a segunda geração de milho resiste a lagarta, devido ser composta por duas
proteínas fornecem ate o momento total controle da lagarta do cartucho lagarta
da espiga e a broca do colmo, pois ataca os lepidópteros em duas fases do
aparelho digestivo, lembrando sempre que para que essas tecnologias funcione
perfeitamente as lagartas devem ser pequenas e devem estar em fase de
crescimento.
Além da vantagem do controle das
principais pragas da cultura do milho, diminuição do impacto ambiental e
redução de custos com aplicações de inseticidas, com essa tecnologia também
permite que a área de refugio seja diminuída para 5% da área total, sendo que
estas áreas de refugio não devem estar a mais de 800 metros de distancia da
área plantada com a tecnologia BT.
Tecnologia VT PRO 2
Esta tecnologia e a associação
das tecnologias Yieldgard VT PRO com a tecnologia Randup Ready, o que propicia
um eficiente controle dos lepidópteros (lagarta do cartucho, lagarta da espiga
e a broca do colmo, com uma supressão a lagarta rosca encontrada no solo)
juntamente com a facilidade e eficiência de dessecação da tecnologia Raundup
Ready, facilitando e flexibilizando o manejo de ervas daninhas que competem com
a cultura do milho por agua luminosidade e nutrientes, propiciando assim
atingirmos uma maior produtividade da cultivar e um melhor rendimento para
o produtor com uma comodidade.
Com o uso destas novas
tecnologias constata-se o mínimo de 5% de aumento de produtividade das
cultivares de milho, entre as outras vantagens, pois sabemos que a tecnologia
hoje disponibiliza cultivares com alto teto produtivo e cabe a nos fazer com
que esse potencial seja expressado durante o cultivo.
fonte: Pesquisas em diversos folders e sites
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Dicas de cuidados com as Sementes
Cuidados durante o transporte
•
Não devem ser
transportadas em locais úmidos;
•
As sementes devem
ser transportadas cobertas de maneira que não sejam molhadas durante o trajeto;
•
Não deve – se
transportar junto com adubos nitrogenados e ou potássios, e agrotóxicos;
•
Verificar as
sacarias no momento da descarga (devem estar sem avarias);
•
Armazenar em
locais bem ventilados, com temperatura amena que não deve passar dos 25 graus e
75% de umidade do ar, protegida do sol, sobre estrados de madeira e sem contato
com paredes e solos;
•
Evitar cobrir as
sementes com lonas;
•
O ambiente de
armazenagem deve estar livre de roedores e fungos;
Inoculaçao de sementes
Misturar 200 ml (ou um copo pequeno) de água potável (ou goma;
consultar a tabela ) ao do conteúdo do pacote (200 g) até formar uma pasta
homogênea. Depois, misturar esta pasta com as sementes até que todas elas sejam
envolvidas por uma camada uniforme de inoculante. Espalhar e deixar secar em
lugar sombreado, fresco e arejado.
Sementes assim inoculadas podem ser plantadas até o dia seguinte ao da inoculação, caso contrário, as sementes devem ser reinoculadas.
Para cada tamanho de semente, usar a quantidade de inoculante e sementes indicadas na tabela abaixo.
- Inoculação com Revestimento das Sementes:
Juntar o adesivo (vide goma na tabela) ao inoculante e misturar até formar uma pasta uniforme; depois, juntar esta pasta às sementes e misturar bem. A seguir, adicionar, de uma vez, o calcário ou calcário + micronutrientes (FTE), ou fosfato de rocha, e misturar com cuidado para não formar agregados de sementes. Este procedimento pode ser feito sobre um plástico, área cimentada ou em um misturador de concreto, ou tambor de eixo descentralizado. Depois, deixar secar em lugar fresco e protegido do sol.
As sementes inoculadas com revestimento quando guardadas em lugar fresco, arejado e sombreado, podem ser plantadas até uma semana após a inoculação , mas é preferível plantar logo após a inoculação.
Sementes assim inoculadas podem ser plantadas até o dia seguinte ao da inoculação, caso contrário, as sementes devem ser reinoculadas.
Para cada tamanho de semente, usar a quantidade de inoculante e sementes indicadas na tabela abaixo.
- Inoculação com Revestimento das Sementes:
Juntar o adesivo (vide goma na tabela) ao inoculante e misturar até formar uma pasta uniforme; depois, juntar esta pasta às sementes e misturar bem. A seguir, adicionar, de uma vez, o calcário ou calcário + micronutrientes (FTE), ou fosfato de rocha, e misturar com cuidado para não formar agregados de sementes. Este procedimento pode ser feito sobre um plástico, área cimentada ou em um misturador de concreto, ou tambor de eixo descentralizado. Depois, deixar secar em lugar fresco e protegido do sol.
As sementes inoculadas com revestimento quando guardadas em lugar fresco, arejado e sombreado, podem ser plantadas até uma semana após a inoculação , mas é preferível plantar logo após a inoculação.
TABELA - Material usado na inoculação e revestimento das
sementes
|
Leguminosas
|
Adesivo(b)
(Litro)
|
Inoculante
(g)
|
Sementes
(Kg)
|
Calcário ou Calcário + FTE©; (1:1)
(Kg) |
|
Sementes grandes: soja, feijão,
caupi, amendoim, guandu, ervilha, fava, etc.
|
1
|
200
|
50
|
10
|
|
Sementes médias: calopogonio, soja
perene, leucena, siratro, centrosema etc .
|
1
|
1
|
20
|
16
|
|
Sementes pequenas: estilosantes,
desmodium, alfafa, trevo, etc.
|
1
|
200
|
10
|
20
|
a)-Recomendação mínima, podendo ser aumentada em condições
adversas (acidez, temperatura, etc.).
b)- Pesar 70 gramas (ou medir 4 colheres de sopa cheias) de polvilho de araruta, polvilho de mandioca ou farinha de trigo e diluir em água potável, completar o volume a 1 litro e aquecer a fervura até dissolver. Depois de resfriar, guardar em geladeira até o uso (goma arábica sem conservante ou goma de Parkia também podem ser utilizadas). Quantidade do adesivo, calcário e micronutrientes (FTE) de até 5 vezes a constante da tabela pode ser usada para aumentar a quantidade de material a ser aderida.
c)- Usar o calcário peneirado mais fino possível, podendo ser este misturado em partes iguais aos micronutrientes (FTE). Não usar cal viva.
Outras informações importantes:
- Não usar inoculante vencido
- Não deixar a semente inoculada entrar em contato com o adubo, exceto se a semente for revestida de calcário
- Evitar o uso de pesticidas junto à inoculação
- Cobrir as sementes logo após o plantio
- Não usar óleo diesel ou querosene junto à inoculação
b)- Pesar 70 gramas (ou medir 4 colheres de sopa cheias) de polvilho de araruta, polvilho de mandioca ou farinha de trigo e diluir em água potável, completar o volume a 1 litro e aquecer a fervura até dissolver. Depois de resfriar, guardar em geladeira até o uso (goma arábica sem conservante ou goma de Parkia também podem ser utilizadas). Quantidade do adesivo, calcário e micronutrientes (FTE) de até 5 vezes a constante da tabela pode ser usada para aumentar a quantidade de material a ser aderida.
c)- Usar o calcário peneirado mais fino possível, podendo ser este misturado em partes iguais aos micronutrientes (FTE). Não usar cal viva.
Outras informações importantes:
- Não usar inoculante vencido
- Não deixar a semente inoculada entrar em contato com o adubo, exceto se a semente for revestida de calcário
- Evitar o uso de pesticidas junto à inoculação
- Cobrir as sementes logo após o plantio
- Não usar óleo diesel ou querosene junto à inoculação
Manejo e dessecaçao de pastagens
A utilização de culturas anuais na forma de sucessão, rotação e em
consórcios
com espécies forrageiras é uma das alternativas de recuperação ou
renovação de pastagens no sistema integrado lavoura-pecuária
(SILP). Para
tanto, torna-se necessário amplo conhecimento sobre as tecnologias
de
correção química e física do solo e o controle de plantas daninhas
para adequar
a área à correta utilização do sistema de plantio direto (SPD).
Tal sistema
é o mais recomendado devido às vantagens que apresenta em relação
a
sistemas com arações e gradagens. O SPD possibilita baixar custos
de
produção e aumentar os benefícios ambientais, quais sejam eles:
conservação
de solo e água e redução no uso de agrotóxicos.
Uma vez implantado o SILP com SPD, o manejo dos herbicidas no
consórcio
lavoura-forrageira passa a representar uma etapa das mais
importantes, pois
dela vai depender a produtividade tanto da lavoura quanto da pastagem
que se
vai formar.
Dessecação da área para implantação do consórcio
milho+capim no sistema de semeadura direta plantio
direto
Em geral, o momento para aplicação dos produtos para dessecação
pode
ocorrer após as primeiras chuvas, quando a nova brotação da
forrageira
estiver vigorosa e em pleno crescimento (15 a 20 dias após o
corte, 20 a 25
cm de altura). A aplicação deve ser feita, preferencialmente, nos
períodos com
temperaturas mais amenas (nas primeiras horas da manhã ou ao
entardecer)
e com ventos de baixa intensidade. Outra condição relaciona-se à
dessecação com a espécie forrageira em estádio avançado de
crescimento.
Nessa situação, recomenda-se um pastejo de curta duração
utilizando alta
taxa de lotação no final do período seco ou manejo com roçadeira
ou triturador
vegetal (triton).
Circ_110.p65 1 19/2/2009, 17:55
2 Manejo de herbicidas na dessecação de pastagem e na cultura do
milho consorciado com gramíneas forrageiras
Foto: Ramon C. Alvarenga
Os herbicidas passíveis de utilização no processo
de dessecação pré-semeadura encontram-
se na Tabela 1. Os herbicidas mais
utilizados para dessecação são aqueles à base
de glifosato, podendo em alguns casos utilizarse
a mistura glifosato + 2,4-D, principalmente
no caso de haver infestação de plantas daninhas
de folhas largas na área e, principalmente,
aquelas tolerantes ao glifosato. As doses
variam em função das espécies a serem
dessecadas (forrageiras e infestantes), do
estádio de crescimento dessas plantas e da
densidade de infestação.
potássico, visando boa eficácia no controle da
cobertura vegetal. Esta segunda dessecação
pode ser realizada com doses menores de algum
dos seguintes herbicidas:
- glifosato: 540 g/ha do e.a.
- paraquat (300 a 400 g/ha do i.a.) ou mistura
formulada de paraquat mais diuron (300 a 600 g/
ha do e.a. paraquat mais diuron)
Nome Técnico Nome
comercial
Concentração
g i.a/L – g e.a./L
Doses1
kg i.a./ha L p.c./ha
kg e.a./ha
Paraquat2 Gramoxone 200 0,3 a 0,6 1,5-3,0
2,4-D3 Diversos 670 a 720 0,5 a 1,1 0,8 a 1,5
Paraquat + Diuron Gramocil 200 + 100 0,4-0,6 + 0,2-0,3 2,0 a 3,0
Glifosato Diversos 360 a 720 0,36 a 2,16 1,0 a 6,0
Glifosato Potássico Zap QI 500 0,35 a 2,0 0,7 a 4,0
Tabela 1. Herbicidas para
dessecação em pré-semeadura.
Intervalo entre a dessecação e a
semeadura da cultura anual
No momento da semeadura, a pastagem que
foi dessecada deve estar completamente seca
e acamada sobre o solo, o que normalmente
verifica-se em torno de 20 dias após a
dessecação.
Uma segunda dessecação deverá ser feita em
áreas onde ocorre um segundo fluxo de
emergência de plantas daninhas ou da espécie
forrageira após a primeira dessecação e antes
da semeadura. Isso se faz, normalmente, com
produtos de contato, como o paraquat ou
paraquat mais diuron ou mesmo os sistêmicos
com doses menores de glifosato ou glifosato
1Doses: i.a. (ingrediente ativo), e.a. (equivalente ácido) e p.c.
(produto comercial);
2 Adicionar 0,1 a 0,2 % v/v de adjuvante não iônico (Agral);
3Estar atento para problemas de deriva, podendo afetar culturas
sensíveis próximas à área de aplicação. Manter intervalo de
7 a 10 dias entre a aplicação e a semeadura para algumas culturas
sensíveis ao 2,4-D.
A eficiência no uso de dosagens menores do
dessecante dependerá do estádio das espécies
infestantes.
Por outro lado, a utilização do sistema de manejo
aplique-plante (aplicação do herbicida e
semeadura em seguida) pode apresentar
restrições ao desenvolvimento e à produtividade
da cultura, principalmente quando ocorre
densidade alta de plantas daninhas ou plantas de
cobertura.
Portanto, quando a área apresentar elevada
cobertura (>50% do solo coberto por vegetação),
deve-se evitar a operação de aplique-plante,
privilegiando a dessecação antecipada em
relação à semeadura.
Circ_110.p65 2 19/2/2009, 17:55
Manejo de herbicidas na dessecação de pastagem e na cultura do
milho consorciado com gramíneas forrageiras 3
Foto: Ramon C. Alvarenga
Foto: Ramon C. Alvarenga
Utilização de herbicidas pós-emergentes
em plantio consorciado
A época de aplicação e a dosagem do herbicida
dependerão do sistema de semeadura da cultura
e da espécie da forrageira. As situações
comumente encontradas podem ser:
A – Semeadura da forrageira após a emer
gência do milho. Semeia-se o milho
solteiro e faz-se o controle das plantas
daninhas antes do plantio da forrageira. Sistema
usado quando há alta incidência de plantas
daninhas ou em condições de milho safrinha. O
produto não deve apresentar efeito residual no
solo ou deve ser seletivo para a gramínea a ser
cultivada para evitar deficiências ou falhas na
formação da pastagem.
B – Semeadura simultânea do milho +
forrageira. A aplicação deverá ocorrer na
fase em que cultura do milho estiver com
4 a 6 folhas e da forrageira com mais de 3
perfilhos.
Existem situações em que há predominância de
plantas daninhas de folhas largas e onde a
braquiária não exercerá interferência na cultura do
milho. Nesses casos, não há necessidade de
graminicida ou redução do crescimento da
forrageira, podendo ser utilizada o herbicida
atrazina na dosagem de 800 a 1.300 g i.a./ha.
Nas situações em que é necessário o controle de
plantas daninhas de folhas largas com
necessidade de inibição temporária do
crescimento da forrageira, sugere-se a aplicação
de atrazina associada à uma subdose de
herbicidas com ação graminicida (Nicosulfuron,
Tembotrione ou Foramsulfuron). Trabalhos
recentes têm indicado a necessidade de
aplicação de mistura de herbicidas no sistema de
cultivo integrado da cultura e forrageira. A mistura
de herbicidas apresentou-se seletiva ao milho e
foi eficiente tanto para o controle de plantas
daninhas quanto para inibir temporariamente o
crescimento das forrageiras em áreas
consorciadas com o milho. Outra opção estudada
foi a mistura da atrazina associada à uma
subdose de graminicida e latifolicida (iodosulfuron
methyl sodium). As combinações de misturas de
herbicidas estudadas e suas respectivas
dosagens foram:
- Atrazina - de 800 a 1300 g ha-1
- em mistura com o nicosulfuron – dosagem varia
de 6 a 8 g i.a. ha-1.
- para a B. brizantha a melhor dosagem foi 8 g i.a.
ha-1
- enquanto que para as B. ruziziensis, B.
humidicola e Panicuns a dosagem foi 6 g i.a. ha-1
- Atrazina em mistura com Tembotrione (800 a
1300 + 12 a 29 g i.a. ha-1)
- Foramsulfuron + iodosulfuron methyl sodium (45
+ 3 g ha-1)
- Atrazina em mistura com Foramsulfuron +
iodosulfuron methyl sodium (1500 + 15 + 1 g ha-1)
O nicosulfuron é herbicida registrado para o uso
em pós-emergência na cultura do milho para o
controle de plantas daninhas mono e
dicotiledôneas.
A mistura comercial foramsulfuron mais
iodosulfuron methyl é registrada no Brasil para o
uso em pós-emergência na cultura do milho para
o controle de plantas daninhas mono e
dicotiledôneas.
A mistura dos herbicidas foramsulfuron mais
iodosulfuorn methyl sodium mais atrazina não
está disponível comercialmente para a cultura do
milho. Estudos recentes indicam a eficiência de
uso da mesma para essa cultura e seletividade
para forrageiras do gênero Brachiaria spp.
No Brasil, não há modalidade de registro de
herbicida para utilização em subdosagem com
objetivo de inibição de crescimento temporário de
plantas. Portanto, essas misturas com eficiência
técnica tanto para uso como inibidor de
crescimento temporário de plantas forrageiras
consorciadas com milho quanto para o controle
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